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Cartões cripto: comparativo completo

EtherFi, Redotpay, Coinbase Card, Bybit Card e Offramp comparados em detalhes — pontos fortes, fracos, e qual faz sentido pra cada perfil de uso no Brasil.

Cartões cripto: comparativo completo

Os links abaixo são de indicação. Quando você se cadastra por eles, recebemos uma pequena comissão sem custo adicional pra você. Recomendamos apenas plataformas que efetivamente estudamos ou usamos no dia a dia da mesa.

Cartões cripto permitem gastar saldo em USDT, USDC, ETH ou outros ativos digitais em qualquer estabelecimento que aceite Visa ou Mastercard, sem precisar fazer off-ramp manual. Para o brasileiro, viraram alternativa interessante pra gasto cotidiano em dólar sem depender de câmbio bancário.

Comparei abaixo as 5 opções mais relevantes hoje — com pontos fortes, pontos fracos, e qual faz mais sentido pra cada perfil.

Comparativo rápido

PlataformaTipoCashbackSuporte ao BrasilDiferencial
EtherFiVisa DebitEm ETH (yield ativo)Não oficialSaldo continua rendendo
RedotpayVisa DebitAté 1% USDTNão oficialKYC leve, 100+ países
Coinbase CardVisa DebitAté 4% (XLM/BTC)Não oficialEmpresa NASDAQ regulada
Bybit CardVisa DebitAté 5% em campanhasSim (P2P PIX)Spread competitivo
Offramp.xyzOff-ramp PIXSim (nativo)Saída direto no banco BR

Detalhes por plataforma

EtherFi (Cash by EtherFi)

Cartão Visa do maior protocolo de liquid restaking em ethereum. Você deposita ETH, recebe eETH com yield ativo, e pode gastar diretamente do saldo. O diferencial real: o ativo continua rendendo enquanto está disponível no cartão.

Pontos positivos

Pontos negativos

Recomendado para quem já mantém posição em ETH e quer rentabilizar enquanto gasta.


Redotpay

Cartão Visa global sediada em Hong Kong. Aceita 100+ países, KYC simplificado pra valores menores e carregamento direto via USDT/USDC. Foco no usuário internacional que quer gastar cripto sem fricção.

Pontos positivos

Pontos negativos

Recomendado pra uso global cotidiano com baixa burocracia.


Coinbase Card

Cartão Visa Debit emitido pela Coinbase, empresa listada na NASDAQ (COIN). Permite gastar diretamente do saldo da exchange ou da Coinbase Wallet, com cashback em ativos como BTC, XLM, ETH e outros.

Pontos positivos

Pontos negativos

Recomendado pra perfis institucionais com conta em jurisdição suportada.


Bybit Card

Cartão Visa do Bybit, exchange offshore sediada em Dubai. Voltado pra quem já mantém saldo na exchange — permite gasto direto de USDT/BTC/ETH em qualquer comerciante Visa, com cashback agressivo em campanhas.

Pontos positivos

Pontos negativos

Recomendado pra quem já opera derivativos no Bybit e quer aproveitar o saldo.


Offramp.xyz

Não é exatamente um cartão, mas resolve o mesmo problema com mais eficiência pro brasileiro: converte cripto em real instantaneamente via PIX, direto pra sua conta bancária. Pra quem precisa fazer pagamentos em real frequentemente, é mais prático que cartão cripto.

Pontos positivos

Pontos negativos

Recomendado pra brasileiros que querem gastar em real cotidianamente.


Qual escolher?

Depende inteiramente do seu uso. Resumo prático:

Vale combinar duas plataformas — por exemplo, manter EtherFi pro yield + Bybit Card pro PIX no Brasil. As taxas de cada uma cobrem casos de uso diferentes.

Considerações fiscais para brasileiros

Saldo em cartões cripto e em plataformas DeFi precisa ser declarado como ativo no exterior na ficha de Bens e Direitos do IRPF (grupo 08, código 81 pra cripto). Cada compra com cartão cripto é uma saída de ativo digital — se houver ganho de capital sobre o saldo carregado, há fato gerador.

Pra uso recorrente acima de R$ 35 mil/mês de movimentação somando todas as plataformas, vale consultar contador especializado em ativos digitais. Veja nosso disclaimer completo.

Esse texto é informativo e não constitui orientação tributária formal.